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29 de setembro de 2010

Cão vira-lata

No dia 12 deste mês saiu na Revista São Paulo, na seção 300dpi, o tema para a fotografia a ser enviada para a edição seguinte: "Cão vira-lata na rua". Logo pensei nesta fotografia. O dono e ele chegaram nessa esquina, num bairro em Paris. Eu estava sentada no bar daquela esquina. Eles se acomodaram, e deitaram. Eu já tinha tomado muitos copos de cerveja, por isso não achei que fosse conseguir tirar uma foto decente. Mas, depois, fiquei satisfeita com o resultado. Adoraria ter enviado para a revista, só que o prazo era até 4af e já era 6af quando li a seção...

A foto que foi publicada naquela semana foi de Rodrigo Kenji Ono, e o título dado foi: "O medo que tenho do bicho homem". Muito boa foto.
Mas gosto da minha também. Talvez por que sou eu a autora!.. rsrs Qual nome daria? Talvez conversando com a do Rodrigo: "Mas não largo o homem que é meu amigo".

25 de abril de 2008

Andes

Pois é, as viagens que tenho a sorte de fazer em função da Fonoaudiologia me levam a viver momentos únicos. Isto é o que vi no trecho Bogotá-Lima, voltando de um evento com as fonoaudiólogas da América Latina da Operation Smile.

25 de julho de 2007

Vivendo fora do seu habitat 2


Continuei refletindo sobre a questão daquele ou daquilo que vive fora de seu habitat original. Desde que se cuide ou seja cuidado adequadamente, creio que é possível, sim, fazer valer todo o DNA que se carrega.

Aquela árvore cerejeira de nosso quintal floriu bem mais do que no ano passado. Consegui fazer essa foto, do jeito como eu desejava: em close up.

30 de junho de 2007

Vivendo fora do seu habitat

Ano passado foi a primeira vez. Ontem, a cerejeira (sakurá) que temos no quintal, que foi plantada pela minha mãe há uns quatro anos, floriu novamente. São somente alguns singelos brotos, numa árvore que até que tem um bom tamanho. Mas, como está num ambiente completamente diferente de seu habitat original, ou seja, o Japão, ela não consegue muita coisa, mas consegue!... Vê-la dá até emoção.
Ano passado estive com minhas amigas no Parque do Carmo, onde fomos visitar o festival das Cerejeiras. Lá elas são devidamente tratadas e lindas!.. Ocorreu-me agora que aquela parte do parque seria como um "zoológico" de árvore!.. Como um pingüim num zoológico brasileiro.
Como será que os japoneses, e também tantos outros povos de diferentes etnias, com suas fisiologias próprias, costumes próprios, que vieram de um habitat bem distinto deste, estão existindo, em termos bio-psíquicos??

Veja fotos muito especiais no site de Frantsek Staud, com o sakurá do Japão, a maioria de Kyoto.
Aqui estão algumas que mais gostei:
A primeira, gosto da cor. A noturna é da famosa árvore do Parque Maruyama, de Kyoto. Vivi sob ela um de meus momentos de ponto de mutação mais importantes. Inesquecível. A última, gosto pois está em close up, o estilo que mais me toca.

16 de junho de 2007

Medo - por Osho

"Diz-se que, mesmo antes de um rio cair no oceano ele treme de medo. Olha para trás, para toda a jornada, os cumes, as montanhas, o longo caminho sinuoso através das florestas, através dos povoados,e vê à sua frente um oceano tão vasto que entrar nele nada mais é do que desaparecer para sempre. Mas não há outra maneira. O rio não pode voltar. Ninguém pode voltar. Voltar é impossível na existência. Você pode apenas ir em frente. O rio precisa se arriscar e entrar no oceano. E somente quando ele entra no oceano é que o medo desaparece. Porque, apenas então, o rio saberá que não se trata de desaparecer no oceano. Mas tornar-se oceano. Por um lado é desaparecimento e por outro lado é renascimento."

Um navio navega uma das zonas oceânicas mais traiçoeiras da América do Norte, a Columbia River Mouth (Boca do Rio Columbia).

Veja mais fotos de Rolf Hicker em: rickerphoto